A Festa Judaica e a tradição do Mel

 

Tradicionalmente, de Rosh Hashaná até depois de Sucot, o mel é servido com toda comida importante.
É costume molhar o pão no mel ao recitarmos o "Hamotzi", a maçã também é mergulhada no mel na noite de Rosh Hashaná, algumas comidas são assadas com mel, e o mel é usado na preparação de comidas como cenouras e sobremesas doces. 

O costume do mel na mesa judaica durante o período dos feriados mais importantes é antigo e universal. 

A razão lógica para o uso de mel em nossa mesa neste momento do ano é o simbolismo de nosso desejo por um "ano novo doce". Doce significa bom, precioso, agradável, satisfatório, sereno, seguro e que traga coisas prazerosas. Isto resume nossas esperanças e rezas pelo ano novo e então o mel serve como nosso representante para expressar estas esperanças e rezas. 
Porém, o mel representa mais do que doçura por si só. É um dos atributos da terra de Israel que é descrita na Bíblia como: “a terra do leite e mel”.  Deste modo, o mel na mesa sempre lembra os judeus, onde quer que eles morem, de sua pátria antiga de Israel e ao seu apego com a história e a terra santa. 

Entretanto, o mel a que nos referimos na “terra do leite e mel" não é o mel de abelha comum que usamos hoje, e sim o mel dos tempos bíblicos que era produzido pelas tâmaras maduras. Até hoje, em Israel, este mel é produzido e vendido, entretanto, a grande maioria do mel no mercado vem das abelhas.

Fonte: http://www.aishbrasil.com.br

 
 
Em abril, a Fabrica do Pão de Mel abre espaço aos ovos de páscoa produzindo
ovos Ao Leite, Crocante, Meio Amargo, recheados com Brigadeiro, Prestígio, Maracujá e Trufados.